No livro Dudi Maia Rosa e as mortes da pintura, Oswaldo Corrêa da Costa, pesquisador brasileiro radicado em Nova York, faz uma análise da trajetória do artista plástico paulistano, de 1978, a partir da primeira exposição individual, até o ano de 2003. O autor investiga a produção de Maia Rosa como pioneira no desenvolvimento de uma pintura contemporânea, no Brasil, ao mesmo tempo em que cria uma relação com a produção artística em outros países, neste período.

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