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MIGUEL RIO BRANCO

BARRO
04 . set . 2016  -  01 . out . 2016 , Anexo Millan
abertura 03 . set . 2016, 12h - 16h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
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O Anexo Millan tem o prazer de apresentar “Barro”, a nova individual do artista visual Miguel Rio Branco, um dos mais destacados fotógrafos brasileiros do cenário contemporâneo e o único a integrar a agência de fotografia Magnum, fundada por Cartier-Bresson e Robert Capa em 1947. A mostra no Anexo Millan, com abertura marcada para 03/09, sábado, das 12h às 16h, reúne cerca de 24 trabalhos de Rio Branco realizados do início da década de 1980 até recentemente. “Minhas novidades são feitas com coisas velhas”, costuma dizer o artista.

Entre os highlights da mostra estão imagens de índios caiapós feitas na aldeia de Gorotire, no sul do Pará, ao longo da década de 1980. Muitos desses registros aparecem também no curta-metragem “Sob as estrelas, as cinzas”, de 14 minutos de duração, que será projetado em looping em uma sala no Anexo. Uma curiosidade: uma das mais belas fotografias tiradas em Gorotire e agora apresentada na exposição, trazendo dois índios com ornamentos de penas vermelhas correndo durante um ritual típico, havia aparecido anteriormente na capa do disco “The Rhythm of the Saints” (1990), do músico norte-americano Paul Simon.

Há também, em “Barro”, imagens de mineradores feitas durante a passagem de Miguel por Serra Pelada, também no Pará; outras de elementos barrocos e de azulejos de tradição portuguesa; e outras, ainda, de paisagens impactantes e devastadas por queimadas. O impressionante políptico “Barro”, que batiza a exposição e que nunca havia sido apresentado no Brasil, combina com maestria elementos e cenários que conversam com as fotografias espalhadas pela individual. Quem adentra a primeira sala do Anexo Millan, com seu pé-direito de quase sete metros, é, de imediato, surpreendido pela força dessa obra e sua incrível combinação de 18 imagens.

TATIANA BLASS | REGINA PARRA

INDIVIDUAIS
22 . jul . 2016  -  20 . ago . 2016 , Anexo Millan e Galeria Millan
abertura 21 . jul . 2016, 19h - 22h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • _18a2836
    Tatiana Blass
    Bocejo, 2016
    Videoinstalação, 1'30"
  • _18a2328
    Regina Parra
    Por Que Tremes, Mulher?, 2016
    Óleo e cera sobre papel
    33 x 46 cm
  • Tb_8219_50x70_2015
    Tatiana Blass
    Sala Laranja, 2015
    Guache sobre algodão
    50 x 70 cm
  • Rp_8298_28x42_2016
    Regina Parra
    Aquele que Grita, 2016
    Óleo e cera sobre papel
    28 x 42 cm
  • Tb_8214_24x32_2015
    Tatiana Blass
    Borkman #6, 2015
    Guache sobre papel
    24 x 32 cm
  • Rp_8303_8x125_8x100_2016
    Regina Parra
    Manter-se/Tornar-se, 2016
    Luminoso em néon
    8 x 125 cm/ 8 x 100 cm
  • Tb_8328_21x30_2016
    Tatiana Blass
    Sala Azul #3, 2016
    Guache sobre papel
    21 x 30 cm
  • _18a2333
    Regina Parra
    Virar Homem ou Desaparecer, 2016
    Óleo e cera sobre papel
    60 x 40 cm
  • Tb_8220_40x50_2016
    Tatiana Blass
    Holofotes, 2016
    Guache sobre linho
    40 x 50 cm
  • Rp_8299_28x42_2016
    Regina Parra
    Aquele que Grita II, 2016
    Óleo e cera sobre papel
    28 x 42 cm
A Galeria Millan abre simultaneamente duas novas individuais em seus espaços, no dia 21/07 (quinta-feira), a partir das 19h: "A Desprofissão", de Tatiana Blass (Anexo Millan), e "Por Que Tremes, Mulher?", de Regina Parra (Galeria Millan).
 
Tatiana Blass apresenta, na individual "A Desprofissão", novas séries de pinturas em guache e vídeos (como a videoinstalação "Bocejo", levada à ARCOmadrid 2016), alguns deles inéditos. A nova individual marca também o lançamento de um livro dedicado à carreira da artista, no dia 06/08 ("Tatiana Blass", Ed. Automática). Nessa mesma data, às 11h30, acontecerá no Anexo Millan uma conversa entre José Augusto Ribeiro e Tatiana Blass.
 
Já Regina Parra, em sua primeira exposição individual na Galeria Millan, intitulada “Por Que Tremes, Mulher?” e com curadoria de Moacir dos Anjos, reúne nove pinturas, uma série de desenhos, instalações e um vídeo. Os novos trabalhos refletem uma espécie de “arqueologia da violência”. Não a brutalidade que ganha destaque da mídia diariamente, mas aquela que, muitas vezes, está por trás dela: a violência velada nas relações do dia-a-dia, seja hoje, seja na época da escravidão. Um bate-papo entre Regina Parra e o curador Moacir dos Anjos acontece na Galeria Millan, em 23/07 (sábado), às 11h30.
Sandra Antunes Ramos

INDIVIDUAL
22 . jun . 2016  -  08 . jul . 2016 , Galeria Millan
abertura 21 . jun . 2016, 19h - 22h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • Sr_8184_9x14_2015
    "Sem Título", 2016
    Colagem, papel vegetal, papel manteiga, tinta, caneta ponta fina e caneta hidrocor
    9 x 14 cm
  • Sr_8278_20x20_2015
    "Sem Título", 2015
    Colagem, tinta, lápis de cor, papel vegetal, caneta hidrocor e caneta metalizada
    20 x 20 cm
  • Sr_8255_20x20_2015
    "Sem Título", 2015
    Colagem, tinta, lápis de cor, papel vegetal, caneta hidrocor e caneta metalizada
    20 x 20 cm
  • Sr_8236_12x12_2013
    "Sem Título", 2013
    Lápis de cor e caneta metalizada
    12 x 12 cm
  • Sr_8248_28x35_5_2014
    "Sem Título", 2016
    Colagem, lápis de cor, papel vegetal, papel metalizado e caneta metalizada
    28 x 35,5 cm
  • Sr_8244_12x12_2013
    "Sem Título", 2013
    Lápis de cor e caneta metalizada
    12 x 12 cm
  • Sr_8246_28x35_5_2016
    "Sem Título", 2016
    Colagem, lápis de cor, papel vegetal, papel metalizado e caneta metalizada
    28 x 35,5 cm
Em sua segunda exposição individual, Sandra Antunes Ramos apresenta, a partir de terça-feira (21/06), na Galeria Millan, quatro conjuntos de novos trabalhos, distribuídos entre o atrium da galeria, a sala principal e o corredor. São novas séries de desenhos, colagens inéditas, e também esculturas – espécies de “desenhos tridimensionalizados”, saltando do papel e adquirindo volume e geografia próprios -, feitas em latão com pintura automotiva.
 
Composta por cerca de 70 novas obras, a exposição, que leva o nome da artista paulista, é uma evolução do trabalho minucioso e diário que Sandra vem desenvolvendo há alguns anos. A escolha do lápis de cor e da caneta – metalizada ou hidrográfica - como principais ferramentas, além da prática da colagem, tem uma razão: “Enquanto o pincel segue a escala do braço, do corpo, o lápis vem da escala da própria mão. E o conceito de todo o trabalho vem dessa escala frágil, sutil e detalhada, que permite impulsividade”, explica Sandra.
 
A consequência dessa prática são novas séries de trabalhos de pequena escala (os maiores têm, no máximo, 28 x 35,5 cm), obsessivos e ao mesmo tempo delicados.
VRIDO | Alguém sonhando longe daqui

DUDI MAIA ROSA | FERNANDO LEMOS
17 . mai . 2016  -  11 . jun . 2016 , Galeria Millan e Anexo Millan
abertura 14 . mai . 2016, 12h - 16h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • Fl_7935_40x40_1949_52
    Fernando Lemos
    Eu poeta - Autorretrato, 1949/52
    Gelatina e prata
    40 x 40 cm
  • Dudimaiarosanwslttr
    Dudi Maia Rosa
    Sem título, 2016
    Resina poliéster pigmentada e fibra de vidro
    126 x 125 cm
  • _mg_1363
    Dudi Maia Rosa
    2016
    Galeria Millan
  • Fl_8004_22x32_1_1955
    Fernando Lemos
    Sem título, 1955
    Nanquim sobre papel
    22 x 32,1 cm
  • Dudimrlow
    Dudi Maia Rosa
    Sem título, 2016
    Resina poliéster pigmentada e fibra de vidro
    36,5 x 45 cm
  • _mg_0682cut
    Dudi Maia Rosa
    Sem título, 2016
    Resina poliéster pigmentada e fibra de vidro
    110 x 210 cm
  • Fl_7970_100x100_2015
    Fernando Lemos
    Sem título - Série Sonos, Dormires, Despertares, 2015
    Impressão com pigmentos minerais sobre tela
    100 x 100 cm
  • Fl_7945_40x40_1949_52
    Fernando Lemos
    Espera, 1949/52
    Gelatina e prata
    40 x 40 cm
  • Folder_06low1
    Dudi Maia Rosa
    Sem título, 2016
    Resina poliéster pigmentada e fibra de vidro
    18 x 21,3 cm
  • Fl_8007_27_9x43_3_2006
    Fernando Lemos
    Sem título - Série Coreografias, 2006
    Nanquim sobre papel
    27,9 x 43,3 cm

A Galeria Millan abre simultaneamente duas novas individuais em seus espaços, no dia 14/5 (sábado): "VRIDO", de Dudi Maia Rosa (Galeria Millan), e "Alguém sonhando longe daqui", de Fernando Lemos (Anexo Millan).

As cerca de 50 obras inéditas, em dimensões variadas, que compõem "VRIDO", nome da nova exposição individual de Dudi Maia Rosa na Galeria Millan, são feitas em resina poliéster pigmentada, procedimento sobre o qual a produção do artista vem se debruçando há algumas décadas e que, nesta mostra, dá origem a novas “famílias” de trabalhos, algumas das quais “homenageiam” (nas palavras do crítico Rodrigo Naves, que assina o texto que acompanha a mostra) o artista Sergio Camargo. Os trabalhos lançam mão de superfícies enervadas por formas pontiagudas, que ora recuam, ora avançam umas contra as outras e em diferentes direções.

A exposição "Alguém sonhando longe daqui", de Fernando Lemos, é uma realização conjunta das galerias Millan e FASS, com curadoria de Paulo Miyada, e ocupa o novo Anexo Millan. Além de celebrar os 90 anos do artista português, a individual marca o lançamento do livro "O Real Como Enigma", com 42 imagens da mostra e textos de Annateresa Fabris, Leonor Nazaré, Maria Teresa Guimarães de Lemos e do próprio Fernando Lemos. A individual foi dividida em três conjuntos de obras: o primeiro é uma seleção de 21 fotografias que Lemos realizou entre 1949 e 1952, quando, em Lisboa, esteve conectado com o círculo surrealista português. O segundo é um grupo de 20 novas obras realizadas entre 2015 e 2016, desenhos em preto e branco ampliados fotograficamente sobre telas de 1 x 1 metro. E o terceiro conjunto traz mais de 30 desenhos feitos ao longo dos 65 anos de carreira do artista.

Emmanuel Nassar | Henrique Oliveira

INDIVIDUAIS
02 . abr . 2016  -  30 . abr . 2016 , Galeria Millan e Anexo Millan
abertura 31 . mar . 2016, 19h - 22h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • _h5a1228a
    Emmanuel Nassar
    Galeria Millan, 2016
  • Gv_2015-enrique_oliviera-013
    Henrique Oliveira
    Fissura, 2015
    Técnica mista [instalação]
    Dimensões variáveis
  • _h5a4159
    Emmanuel Nassar
    Lamparinas, 2016
    Acrílica sobre tela
    130 x 180 cm
  • _h5a4310
    Henrique Oliveira
    Pau-osso, 2016
    Galho de árvore, arame, papelão, madeira compensada e cola
    180 x 60 x 60 cm
  • _h5a1238
    Emmanuel Nassar
    Sustentável, 2016
    Acrílica sobre tela, madeira e ferro
    150 x 200 cm
  • _h5a4352
    Henrique Oliveira
    EXLP7, 2016
    Óleo, papelão, arame e cola sobre tela
    50 x 33 cm
  • _h5a1254
    Emmanuel Nassar
    Peixe, 2016
    Pintura sobre metal, madeira e grelha de ferro
    33 x 68 cm
  • _h5a4351
    Henrique Oliveira
    EXLP6, 2016
    Óleo, papelão e cola sobre tela
    40 x 30 cm
  • _h5a1266
    Emmanuel Nassar
    Lata, 2015
    Pintura sobre chapa metálica e madeira
    53 x 40 cm
  • Hoam1
    Henrique Oliveira
    Anexo Millan, 2016

A Galeria Millan abre simultaneamente duas novas individuais em seus espaços, no dia 31/3 (quinta-feira): Emmanuel Nassar (Galeria Millan) e Henrique Oliveira (Anexo Millan).

Emmanuel Nassar recria, no espaço original da galeria, uma espécie de jogo no qual mescla trabalhos de diferentes épocas e em diferentes suportes, potencializando algumas das questões que há tempos movem sua investigação. Profundamente irônico e avesso às classificações de sua obra a partir de critérios como data, técnica ou até mesmo autoria, o artista paraense – que se divide atualmente entre São Paulo e Belém – decidiu transformar a maior parede da galeria em estrutura para uma grande e ritmada colagem, composta por elementos diversificados. Trata-se de uma referência direta ao processo de trabalho do artista, que absorve, recria e reconstrói elementos do seu cotidiano, lançando mão de diferentes técnicas e estilos compositivos. Nassar ocupa também o primeiro andar da galeria, com telas, chapas metálicas e uma escultura.

Henrique Oliveira, por sua vez, apresenta no recém-inaugurado Anexo Millan uma seleção de suas criações mais recentes, entre pinturas, esculturas e uma instalação, mostrando os novos desdobramentos de suas pesquisas. Dez anos depois de sua primeira exposição individual em galeria, o artista continua demonstrando grande versatilidade, explorando simultaneamente diferentes técnicas e caminhos e dedicando-se simultaneamente à pintura, à escultura e à instalação, com grande repercussão nacional e internacional. Há, no entanto, em seus trabalhos mais recentes, algumas mudanças sutis, mas impactantes, que levam a uma maior sintonia entre os caminhos trilhados por ele. Ao invés de pertencerem a dois campos completamente distintos, nota-se a aproximação entre as linguagens bidimensionais e tridimensionais, e uma maior integração entre esses universos. Suas pinturas mais recentes, por exemplo, parecem aproximar-se dos tons de terra e rosa que dominam suas célebres instalações feitas de restos de tapumes usados pela construção civil. Ou então conversam com seus "quadros-esculturas" feitos com madeira compensada, trazendo uma fatura espessa e tons que remetem aos materiais usados em suas instalações mais famosas.

iTa LíTica Barroca

NIURA BELLAVINHA
26 . fev . 2016  -  19 . mar . 2016 , Galeria Millan
abertura 25 . fev . 2016, 19h - 22h
ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • Casa_nha-nha-_cortada
  • Frame____07
  • Articulado_nha-nha-___
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  • Sem_ti-tulo_2

***VISITA GUIADA com Niura Bellavinha: sábado (19/3), às 11h30, na Galeria Millan.
A exposição “iTa LíTica Barroca”, que abre dia 25/2, quinta-feira, na Galeria Millan, traz a São Paulo o primeiro filme - um média-metragem - realizado pela pintora mineira Niura Bellavinha. Intitulado “NháNhá”, o trabalho é o foco central da nova individual da artista ganha uma projeção na parede do espaço tradicional da galeria.
Com roteiro e direção de Niura, e realizado pela artista junto ao curador Alberto Saraiva, “NháNhá” coloca às vistas do observador a pintura em processo de Niura Bellavinha. Rodada no interior do Brasil, mais especificamente em Minas Gerais, esta obra volta a explorar situações onde o ar torna-se o suporte do pigmento - no caso, a poeira - enquanto pigmento seco, que, junto à luz, transforma-se em pintura efêmera, poética e trágica.
A exposição é composta, ainda, por um conjunto de obras que envolve desde matérias aéreas, como a poeira e os meteoritos, até as pedras-sabão usadas nas esculturas de Aleijadinho e também originárias de Minas Gerais. Niura recria as conexões com os materiais e matérias do barroco, além de atualizar esse estilo com um olhar contundente sobre sua forma e formação.
São apresentadas fotografias (“Articulados”), pinturas sobre telas e desenhos, nos quais a tinta utilizada foi produzida no ateliê da artista a partir de pigmentos oriundos do solo e de pedras de várias regiões de Minas Gerais, como Itabira, Ouro Preto, Mariana, Ferros, Passárgada e Jequitinhonha.

Acervo no novo Anexo Millan

COLETIVA
12 . Jan . 2016  -  15 . mar . 2016 , Anexo Millan

ter - sex, 10h - 19h; sáb, 11h - 18h
  • Afonsotostesanexo
  • Lenora_low
  • 3
  • Tb_6130_120x50x30cm_2013
  • Tu_7119
JOSÉ RESENDE | RODRIGO BIVAR | ANNA MARIA MAIOLINO
LENORA DE BARROS | MIGUEL RIO BRANCO | AFONSO TOSTES
TATIANA BLASS | NELSON FELIX | ARTUR BARRIO | TUNGA
PAULO PASTA | DUDI MAIA ROSA | EMMANUEL NASSAR
Galeria Millan na Art Basel Miami Beach | BOOTH C16

03 . dez . 2015  -  06 . dez . 2015
abertura 02 . dez . 2015, 11h - 19h
  • Teste_tu
  • Mrb_7489_100x100cada
  • 7261_jr_180_x_46_x_16_dec90
  • Fc_5203_5_5x45_8x20_2012
  • Trp_7508_2015
  • Ra_7612_20x25cm_2015


ARTUR BARRIO | FELIPE COHEN | HENRIQUE OLIVEIRA 

JOSÉ RESENDE | MIGUEL RIO BRANCO | RODRIGO ANDRADE

TATIANA BLASS  | THIAGO ROCHA PITTA | TUNGA

Há um fora dentro da gente e fora da gente um dentro

PAULO PASTA
13 . nov . 2015  -  19 . dez . 2015 , Galeria Millan e Anexo Millan
abertura 12 . nov . 2015, 19h - 23h
ter – sex, 10h – 19h; sáb, 11h – 18h
  • Testesite
    Sem título, 2015
    Óleo sobre papel
    150 x 206 cm
  • Pp_7636_250x300
    Intermezzo, 2015
    Óleo sobre tela
    240 x 300 cm
  • _mg_1547
    Sem título, 2014
    Óleo sobre papel
    50 x 65 cm
  • _h5a1264
    Sem título, 2015
    Óleo sobre papel
    150 x 196 cm
  • Pp_7635_250x300
    Sem título, 2014
    Óleo sobre tela
    240 x 300 cm

A partir do dia 12 de novembro, quinta-feira, a Galeria Millan apresenta a nova exposição individual de Paulo Pasta. Intitulada Há um fora dentro da gente e fora da gente um dentro, verso do poeta Francisco Alvim, a mostra marca a inauguração do novo espaço da Galeria: o Anexo Millan. A exposição ocupará simultaneamente os dois endereços da Millan na cidade. No espaço tradicional da galeria serão expostas telas abstratas, marcadas por uma intensa e ambígua atmosfera cromática e refinada estrutura geométrica, que são responsáveis por seu inquestionável protagonismo na pintura contemporânea brasileira. Mas junto delas será possível ver uma das paisagens produzidas recentemente pelo artista tomando como ponto de partida o entorno de sua cidade natal, Ariranha. No Anexo Millan, situado a poucos metros de distância da galeria, o mesmo processo de fricção estará presente no bloco expositivo. Dedicado às paisagens, o novo espaço abrigará ainda uma enorme pintura feita na parede. Na abertura, será lançado também o livro Fábula da Paisagem, com 28 paisagens do artista. A mostra fica em cartaz até 19 de dezembro.

José Resende

22 . ago . 2015  -  26 . set . 2015 , Galeria Millan
abertura 22 . ago . 2015, 12h - 16h
ter – sex, 10h – 19h; sáb, 11h – 18h
  • _h5a6831
    Dobras, 2015 Aço (sac 50) 210 x 210 cm
  • _h5a6845
    Corpo de prova II, 2015 aço inoxidável e fio de aço 300 x 665 x 90 cm
  • _h5a6764.jpg
    Upside down, 2015 tudo de latão com cabo de aço 600 x 200 x 100 cm
  • _h5a7501
    Dobras, 2015 Aço (sac 50) dimensões variáveis

A individual de José Resende na Galeria Millan pode ser compreendida como um desdobramento da exposição realizada na Pinacoteca do Estado de São Paulo, entre abril e junho de 2015.  Até caberia dizer que a exposição vem a ser um transbordamento através do espaço e do tempo.

Na Millan, a mostra também é composta apenas por esculturas recentes e inéditas. Mas engana-se quem, apenas, antevê uma nova etapa do trabalho de José Resende - composta por projetos e soluções inovadoras. Pois o caminho percorrido nos 50 anos de produção do artista é de um “eterno retorno”; um continuum refletido e surpreendente. O humor, a tensão, as oposições de sentido, o movimento latente e a sua inscrição no espaço público sempre estiveram e estão presentes em sua obra.    

É inegável que a escultura de José Resende explora as relações entre a cidade e o corpo. Seja pela escolha de materiais– chapas e tubos metálicos, pedras, vidro, tecidos -,  ou seja pelo embate direto da obra – entre verticais, horizontais, diagonais e curvas – com o entorno. Guiado por um rigoroso pensamento plástico e uma imaginação lúdica, o artista, através de suas esculturas, provoca uma outra visibilidade sobre a paisagem urbana, a corporeidade e a mobilidade do mundo.

Aliás, a ideia de imprecisão do movimento é algo que une as obras de Resende expostas na Galeria Millan. A escultura Dobras (2015) é constituída pelo encaixe de duas chapas de aço: uma circular, dobrada ao meio, com duas fendas em “v” e outra em formato de meia lua. A densidade e a resistência das chapas inspiram uma permanência; uma estabilidade aparente. Que logo cai por terra quando percebe-se que há uma multiplicidade de possibilidades escultóricas dentro da mesma escultura – basta mudar o encaixe da chapa em v. É na ideia de um obra aberta que reside seu movimento, sua tensão constante.

Vale ainda por fim, ressaltar que se na Pinacoteca, a obra Dobras (2015) estava disposta como um par de esculturas idênticas, já na Galeria Millan, a peça se desmembra e aparece como um conjunto de esculturas, em diversas dimensões.

A obra inédita Corpo de Prova II, 2015 alcança outro tipo de movimento. O título já faz uma alusão ao que está em jogo na escultura. O cálculo e a precisão da engenharia são suficientes para controlar a imprevisibilidade da imaginação e do caráter sugestivo da forma plástica? De um lado, dois tubos de aço inox escovado de 4 metros, do outro, dois tubos de aço inox polido também de 4 metros inclinados e, ambos, conjuntos estão ligados por um cabo de aço. Corpo de Prova II remete a procedimentos anteriores - como nos vagões de trem suspensos por cabos de aço e ainda em algumas esculturas da década de 1970 - mas apresenta novas soluções: um balanço pressuposto e potente.

No átrio da galeria, a obra inédita Upside Down, 2015 – constituída por tubos de latão conectados por cabos de aço - impacta pela sua monumentalidade, pelo humor e pelo desafio da gravidade. Mesmo a despeito da leveza e da qualidade aérea da obra que, aliás, parece criar um volume virtual que avança em direção do corpo do observador, Upside Down, com os seus 6 metros de altura, tem como desafio se manter em pé. A escultura também excede em termos de escala o ambiente onde está instalada; há uma tensão entre obra e arquitetura, as dimensões dos espaços – como as colunas, a espessura das paredes, as passagens, os revestimentos de parede, o piso, o teto – são revistas.

Travessias

GERMAN LORCA
28 . jun . 2015  -  25 . jul . 2015 , Galeria Millan
abertura 27 . jun . 2015, 11h - 15h
ter – sex, 10h – 19h; sáb, 11h – 18h
  • Gl_57
    Janelas e Reflexos, 1978/1985 Painel composto por 28 fotografias de época Em gelatina de sais de prata com viragem de selênio 103 x 230 cm
  • Gl_55_0771_
    Fumante, 1954 Cópia de época em gelatina de sais de prata 43,5 x 36,5 cm
  • Gl_02
    Aeroporto, São Paulo, 1965 Cópia de época em gelatina de sais de prata 34 x 45 cm
  • Gl_43
    Sinal Positivo Negativo, 1970 Cópia de época em gelatina de sais de prata 44,8 x 34,6 cm

Como aproximar-se da obra de German Lorca, que aos 93 anos e com mais de 70 anos de atividade, ainda nos surpreende? A exposição Travessias que acontece na Galeria Millan, em parceria com a FASS galeria, tenta abordar essa e outras questões. A mostra reúne vinte e sete fotografias do artista, produzidas entre 1948 e 2014, contemplando sete décadas de produção ininterrupta.

Sabe-se que Lorca é um dos fotógrafos mais importantes dos "fotógrafos modernos paulistas", todos membros do Foto Cine Clube Bandeirantes, nas décadas de 40 e 50. O grupo soube se apropriar do crescimento vertiginoso da cidade de São Paulo do período. A cidade moderna pedia uma nova iconografia que a representasse. Lorca, por meio da experimentação e de seu instinto moderno, encontrou essa nova forma e fez do urbano personagem vivo de suas imagens.

Mas a exposição Travessias demonstra que a linguagem da fotografia de German Lorca transcende o repertório da chamada fotografia moderna; há uma evolução. São do princípio imagens celebradas como "Malandragem" (1949) e "Troncos cruzados" (1955).

Já nos anos 1960, é possível perceber em sua fotografia uma pesquisa gráfica e formal. São imagens que causam estranheza, como “Folhagens”, a janela “Mondrian”, “Andaime”, todas de 1960. Ou ainda mesmo  “Aeroporto” (1961 e 1965), onde a imprecisão e um conjunto de silhuetas provocam movimento.

Na série de fotografias realizadas em Nova York, em três viagens distintas (1967, 1978 e 1982), a cidade não se revela em sua magnitude; são planos fechados que constroem um mosaico de espelhos, vitrines e fachadas.

O tempo trouxe para a fotografia de German Lorca uma limpeza, um poder de síntese tal como em “Circulo quadrado” (2007).

Em sua série mais recente, realizada em 2014, o que importa é a composição da imagem e a busca pela a essência da forma, com os jogos de luzes e sombras criados pelo sol em diferentes horas do dia e da noite.

A exposição Travessias apresenta a obra de German Lorca não apenas como parte da história da fotografia moderna brasileira, mas como o desenvolvimento de uma linguagem visual coerente e original que se inicia no final dos anos de 1940 e chega até a segunda década do século XXI.

 

 


 


 

 

 

 

Art Basel

ARTUR BARRIO
18 . jun . 2015  -  21 . jun . 2015 , BOOTH C3, Hall 2.0
abertura 16 . jun . 2015, 11h - 11h
qui - dom, 11h - 19h
  • Galeriamillan_arturbarrio_navalharelogio1
    Navalha relógio, 1970 6 registros fotográficos 30 x 45 cada
  • Galeriamillan_arturbarrio_6movimentos1
    6 movimentos, 1974 12 registros fotográficos 30 x 45 cada
  • Galeriamillan_arturbarrio_umaobservac-a-o6aproximacoes1recuo1
    Uma observação, 6 aproximações, 1 recuo, 1975 13 registros fotográficos 30 x 45 cada

Galeria Millan tem o prazer de anunciar a participação na Art Basel 46, na sessão Feature, com trabalhos do artista Artur Barrio, entre os dias 18 e 21 de Junho de 2015.
Desafiando as coordenadas sensoriais com as quais nós normalmente enxergamos o mundo, os trabalhos de Artur Barrio envolvem o público como se eles fossem participantes e acabam por sugerir uma nova forma de compreensão.

Trabalhando em diversas mídias - performances, instalações e videos - e usando materiais incomuns e potencialmente perturbadores - carne, o sal e resíduos orgânicos -, Barrio investiga elementos transitórios e escondidos da nossa realidade, frequentemente revelando beleza no inesperado. Seu trabalho transgride os limites no qual a arte é geralmente submetida e, foge de classificações estereotipadas. Embora, Artur Barrio trabalhe com procedimentos distintos, o núcleo conceitual da sua trajetória são as Situações, na qual o artista manipula fisicamente o espaço: modificando-o e tornando-o ativo e vibrante.


De acordo com João Fernandes, diretor do Museu Reina Sofia: “Barrio cria Situações onde constrói discursos pessoais em que ele se apropria do real, reconstituindo poética e politicamente em resíduos da mesma realidade que evidencia e que são normalmente ocultados de nós, pela domesticação social do gosto e pela auto legitimação social do objeto artístico”.


Para Basel, a Galeria Millan irá apresentar o registro fotográfico de três dessas Situações: Navalha Relógio (1970), 6 Movimentos (1974) e Uma observação, 6 aproximações, 1 recuo (1975). Como as obras são efêmeras, os registros são a única forma que permitem àqueles que não estavam presentes fisicamente no momento conhecer os trabalhos.


Navalha Relógio é composta de três fotos e dois papelões que documentam uma ação, descrita pelo artista como: “Trabalho feito em julho de 1970, Rio de Janeiro. UMA LÂMINA DE BARBEAR COLOCADA SOBRE UM ESPELHO. O TEMPO - A IMAGEM. A LÂMINA DE BARBEAR”.


O Segundo trabalho intitulado 6 movimentos de 1974, foi feito quando o artista voltou a morar em Portugal. A peça é composta por 12 fotografias que mostra a ação de cortar uma tela.
Uma observação, 6 aproximações, 1 recuo data de 1975. Realizada quando ele morava em Paris, a obra possui um tom poético mais do que as outras. Como cenário o mar e a praia aparecem, elementos que são caros e recorrentes na produção de Barrio.

Lapa

RODRIGO BIVAR
08 . mai . 2015  -  06 . jun . 2015 , Galeria Millan
abertura 07 . mai . 2015, 19h - 22h
seg – sex, 10h – 19h; sáb, 11h – 18h
  • Teste2

Conhecido por seu trabalho figurativo, Rodrigo Bivar apresenta em sua nova individual na Galeria Millan, intitulada Lapa, obras abstratas. São cerca de 15 óleos inéditos – de grande, médio e pequeno porte – que propõem uma espécie de “jogo mental” sobre o espaço na pintura; onde a estrutura permanece, com cores e formas que aparentam se deslocar na tela.


Rodrigo Bivar vem trabalhando em sua incursão abstrata há dois anos. A mudança não implicou apenas uma transformação estética, - onde, por exemplo, a cor se liberta de seu uso secundário na imagem e assume o papel de protagonista na pintura -, mas como também houve uma renovação no fazer artístico, onde o processo torna-se essencial.


O preparo das tintas também mudou: a tinta à óleo leva gema de ovo, ganha em transparência e permite aos trabalhos jogos de luz. A cera de abelha, usada pelo o artista, retira o excesso de brilho da tinta. Em cada tela, Rodrigo Bivar busca contrapor a rapidez na apreensão das imagens com a lentidão com que foram produzidas.


Para esta individual, o tradicional bairro da Lapa, zona oeste de São Paulo, onde Bivar mantém seu ateliê, foi fundamental. A arquitetura da região – paredes, portas, janelas -, se desfigura e, em seu lugar, surgem cores e formas que ocupam o espaço da pintura.


Se por um lado, Lapa denota essa ruptura na trajetória artística de Rodrigo Bivar, por outro, evidencia a relação afetiva que o artista possui com o bairro onde trabalha, tal como ele próprio enfatiza: “Sem me dar conta, a Lapa e suas cores adentraram na minha pintura.“

contrato social

RUBENS MANO
17 . mar . 2015  -  17 . abr . 2015 , Galeria Millan
abertura 14 . mar . 2015, 13h - 18h
seg – sex, 10h – 19h; sáb, 11h – 18h
  • Rm_sob_contrato_2015_bx
    subcontrato, 2015
  • Rm_contrato_social_bx

Em sua nova individual na Galeria Millan, contrato social, o artista Rubens Mano expõe 17 trabalhos inéditos – entre fotografias, instalações, vídeo e objetos – que informam como certas tensões culturais, políticas e sociais materializam-se no espaço e ‘naturalizam’ determinados processos de fixação territorial.

A exposição desdobra uma pesquisa iniciada em outras duas individuais do artista: let’s play (Galeria Casa Triângulo, 2008) e incessante – incurável (Galeria Millan, 2011). Enquanto na primeira a abordagem recaiu sobre implicações decorrentes da inscrição do artista e da obra de arte no espaço expositivo, na segunda, Rubens Mano se debruçou sobre distintos aspectos definidores da superfície visível do universo artístico. Agora, o artista expande a investigação para os processos de apropriação de territórios e suas implicações e expressões na constituição de espaços. Como ele próprio diz: “É no território do instável que se moldam as formas do aparentemente estável”.

A individual ocupa todo o espaço da Galeria Millan. No andar térreo, além de fotografias (como as da série natureza privada) e objetos, o artista exibe uma instalação na área externa, que recebe o mesmo título da exposição. O andar superior será ocupado por fotografias e também um vídeo, intitulado análise de sistemas.

Em contrato social, Rubens Mano explora certas complexidades constitutivas do espaço e como estas se desdobram em múltiplas dimensões da vida privada e pública, individual e coletiva, natural e cultural.

rua fradique coutinho, 1360 são paulo, sp brasil 05416-001 | tel/fax +55 11 3031 6007
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