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DUDI MAIA ROSA

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(São Paulo / SP, 1946) Dudi Maia Rosa iniciou sua primeiras investigações pictóricas com materiais translúcidos, como a resina poliéster pigmentada em fibra de vidro, em 1984. O artista também se tornou conhecido por conceber trabalhos com volumes e relevos que retêm a luz dentro de si. Suas obras também possuem uma certa espacialidade que acaba por sugerir imagens que se dão sem profundidade, puramente na superfície, mas que são, ao mesmo tempo, profundas em si mesmas. Suas obras se parecem ora com quadros, ora com telas de projeção, ora com vitrais, algumas com relevos de muranos, objetos que insinuam possuir acontecimentos tridimensionais de cores e formas internos. Os trabalhos de Dudi são ocasiões de corporeidade, de presença física, cujas imagens (essas entidades abstratas, que circulam livremente, que não possuem nem tempo e nem lugar) devem responder ao aqui e agora.

Apresentou sua primeira exposição individual no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo, SP, em 1978. Desde então, realizou diversas exposições individuais em importantes espaços dentre os quais na André Millan Galeria (1993) e Galeria Millan, São Paulo, SP (2009, 2012 e 2016); Centro Cultural Maria Antônia, São Paulo, SP (2002 e 2013); Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, SP (2013); Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP (2008), entre outros.

Dentre as coletivas destacam-se: Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira, Santander Cultural, Porto Alegre, RS e Modos de Ver o Brasil: Itaú Cultural 30 anos, Oca, São Paulo, SP (2017); Auroras - Pequenas Pinturas, São Paulo, SP (2016); Uma coleção particular – Arte contemporânea no acervo da Pinacoteca, Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, SP (2015); 10ª Bienal do Mercosul, Mensagens de Uma Nova América, Porto Alegre, RS (2015); Brasiliana: Moderna Contemporânea, MASP, São Paulo, SP (2006); 5ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, RS (2005); Mostra do Redescobrimento: Brasil 500 Anos, no Pavilhão da Bienal de São Paulo, SP (2000); Bienal de Johanesburgo, África do Sul (1995); Bienal Internacional de São Paulo (1987 e 1994) e Panorama da Arte Atual Brasileira, Museu de Arte Moderna – MAM, São Paulo, SP (1973, 1986, 1989 e 1993).

Possui obras em diversas coleções, incluindo a Pinacoteca do Estado de São Paulo, MASP, MAC-USP, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, MAM-SP, Coleção de Arte da Cidade, Coleção Dulce e João Carlos Figueiredo Ferraz, Coleção Itaú, Coleção Metrópolis de Arte Contemporânea, Stedelijk Museum, entre outras.






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