André Millan atua no mercado de arte desde 1986, promovendo e divulgando a arte contemporânea e relacionando-a com a produção de artistas modernos que contribuiram de forma efetiva na formação dos artistas representados pela galeria.
A partir desse enfoque, Millan realizou exposições de importância histórica, como "Victor Brecheret" em 1986, "Di Cavalcanti" em 1988, "63/66 Figuras e Objetos" em 1988, "Joaquim Tenreiro" em 1989, ao mesmo tempo em que lançou novos talentos como Ernesto Neto, Jac Leirner, Artur Lescher, entre outros.
Coerência e transparência têm sido marcas da atuação de Millan, o que faz com que artistas como Tunga, Miguel Rio Branco, Artur Barrio, Emmanuel Nassar, Mira Schendel e Amilcar de Castro (os espólios), entre outros, lhe confiem a tarefa de cuidar das suas carreiras.
A partir de 2002 se fez eminente uma maior participação da galeria no mercado internacional.
Havia a necessidade de impulsionar a carreira destes artistas, bem como trazer ao conhecimento do público brasileiro a produção dos artistas estrangeiros, pouco divulgada no país.
A participação da galeria nas feiras de arte internacionais se tornou mais efetiva a partir da Arco em Madri, Art Brussels na Bélgica, Art Basel Miami Beach nos Estados Unidos, Art Basel na Suíça e FIAC em Paris.
Neste intercâmbio, foi integrado ao time de artistas da galeria o argentino/mexicano Miguel Angel Rios.
Nos ultimos anos, cada artista da galeria realizou exposições em prestigiadas instituições como, Galerie Nacionale du Jeu de Paume, Paris; Solomon Guggenheim Museum, New York; Walker Art Center, Mineapolis; Museum of Fine Arts, Houston; Los Angeles County Museum; Centro Português de Fotografia, Porto; Palais de Tokyo, Paris; Stedilijk Museum, Bélgica; FRAC PACA, Marseille; Maison Européene de Photographie,Paris; Moderna Musset,Estocolmo; Henry Moore Fondation, Inglaterra; Maison Cartier, Paris; Musée du Louvre, Paris e diversas Bienais em todo o mundo.
A galeria acompanha de perto a carreira dos artistas, priorizando o intercambio com instituições culturais, organizando publicações junto as mais bem conceituadas editoras de arte e desenvolvendo um sério programa de vendas junto às coleções institucionais e privadas do Brasil e do exterior.
Após a inauguração da nova sede, em setembro de 2004, o espaço expositivo de 370 m2 ampliou a possibilidade de abrigar os mais audaciosos e arrojados projetos dos artistas representados, sem perder o foco de continuar realizando exposições retrospectivas que estabeleçam relações entre a produção atual e aqueles que influenciaram essa produção de forma decisiva, como por exemplo, Iberê Camargo, Mira Schendel, Amílcar de Castro, Lygia Pape e Ivan Serpa.
emmanuel nassar
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NASSAR, Emmanuel. Bandeiras. Apresentação Paulo Chaves Fernandes; versão em inglês Oswaldo S. Costa; texto Agnaldo Farias, Benedito Nunes. São Paulo: MAM, 1998.
NASSAR, Emmanuel. Emmanuel Nassar:art - Brasil - Berlin. Berlin: Galerie Nalepa, 1990.
NASSAR, Emmanuel. A Poesia da Gambiarra.Textos: Denise Mattar, Paulo Herkenhoff, Tadeu Chiarelli. Centro Cultural Banco do Brasil, 2004.
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miguel rio branco
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RIO BRANCO, Miguel, CALAFERTE, Louis. Nakta. Apresentação Rafael Greca de Macedo; comentário Orlando Azevedo. Curitiba, 1996.
RIO BRANCO, Miguel. Miguel Rio Branco. Ensaio David Levi Strauss; posfácio Lélia Wanick Salgado, Sebastião Salgado. São Paulo: Rio, 1998.
RIO BRANCO, Miguel. Miguel Rio Branco. Rio de Janeiro, s.p. il., figs., fot, 1996.
RIO BRANCO, Miguel. Silent Book. Projeto gráfico Miguel Rio Branco, Jean Yves Cousseau. São Paulo: Cosac & Naify, 1997.
RIO BRANCO, Miguel. Entre os olhos, o deserto, Cosac & Naify, Edições 2001.
RIO BRANCO, Miguel. Pele do Tempo. Paulo Sergio Duarte (crítica).Centro de Arte Hélio Oiticica, 2000.
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mira schendel
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MARQUES, Maria Eduarda, EUVALDO, Célia (coord.). Mira Schendel. Coordenação editorial Rodrigo Naves. São Paulo: Cosac & Naify, 2001.
SCHENDEL, Mira. Mira Schendel a forma volátil. Texto Sônia Salzstein, Paulo Venancio Filho, Célia Euvaldo. Rio de Janeiro: Centro de Arte Hélio Oiticica, 1997.
SCHENDEL, Mira. Mira Schendel. São Paulo: Paulo Figueiredo Galeria de Arte, 1982.
SCHENDEL, Mira. Mira Schendel: singular no plural. Apresentação Ronaldo Brito. Rio de Janeiro: Funarte/Galeria Sérgio Milliet, 1988.
SCHENDEL, Mira. Mira. Mira Schendel. Apresentação Claudia Toni; texto Gabriela Suzana Wilder, Agnaldo Farias. São Paulo: MAC/USP, 1990.
SCHENDEL, Mira. No vazio do mundo. Curadoria Sônia Salzstein; apresentação Carlos Eduardo Moreira Ferreira. São Paulo: Marca D’Água, 1996.
Mira Schendel.Galerie Nationale du Jeau de Paume - 2001, Paris.
paulo climachauska
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tunga
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TUNGA. Barroco de Lírios. São Paulo: Cosac & Naify, 1997.
TUNGA. Tunga: 1977-1997. Curadoria Carlos Basualdo. Miami: Museum of Contemporary Art, 1998.
Tunga.Galerie Nationale du Jeau de Paume - 2001, Paris.
thiago rocha pitta
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miguel angel rios
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amilcar de castro
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tatiana blass
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paulo pasta
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lenora de barros
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rodrigo de castro
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anna maria maiolino
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otavio schipper
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artur barrio
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ARTUR BARRIO Uma extensão no tempo, Rio de Janeiro, 1995
ARTUR BARRIO "A Metáfora dos Fluxos" 2000 / 1968, São Paulo, 2000
ARTUR BARRIO / Organizado por Ligia Canongia., Rio de Janeiro, 2002
ARTUR BARRIO "Impropre A La Consommation Humaine", France, 2005
BARRIO - BEUYS, Gent, België. 2005
ARTUR BARRIO - Actions After Actions, Philadelphia, 2006